10/01/2018 23h01

Mais de 66 milhões de reais do FCO são contratados para Itaporã

O fundo é aplicado em projetos de ampliação ou instalação de novos empreendimentos. Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

97,8% dos recursos disponíveis para Mato Grosso do Sul, mais de R$ 2 bilhões, foram utilizados pelos setores rural e empresarial, destes R$ 66.925.075,17 foram contratados por produtores e empresários de Itaporã.

O Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FCO) tem uma das linhas de crédito consideradas mais competitivas e baratas de financiamento a longo prazo. 

Deste total, R$ 2,150 bilhões foram contratados junto ao Banco do Brasil, R$ 61 milhões contratados no BRDE e R$ 14 milhões junto ao Sicred, todos fazem parte das instituições financeiras operadoras do fundo no Estado. No total, foram contratados R$ 2,225 bilhões junto ao FCO, em 6.537 operações financeiras realizadas de janeiro a dezembro de 2017.

DISTRIBUIÇÃO

Fato destacado por Ricardo Senna, secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), foi a contratação de recursos do FCO por empreendimentos em todos os municípios de Mato Grosso do Sul.

Itaporã ficou com o quinto maior volume de contratações do FCO, acompanhe abaixo os municípios com as maiores contratações e os valores.

Dourados - R$ 218.465.468,25
Campo Grande - R$ 154.358.891,73
Chapadão do Sul - R$ 92.257.477,33
Maracaju - R$ 87.698.855,83
Itaporã - R$ 66.925.075,17
Três Lagoas - R$ 63.969.031,15
Ponta Porã - R$ 61.941.623,32
Sidrolândia - R$ 43.409.342,38
Corumbá - R$ 39.795.077,21
Laguna Carapã - R$ 37.413.222,65

CELERIDADE

Foram realizadas 21 reuniões do Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO (CEIF-FCO), presididas pelo secretário Jaime Verruck, da Semagro, nas quais foram analisadas 521 cartas-consulta, num total de R$ 1,58 bilhão em projetos apreciados pelo Conselho.

O setor rural foi responsável por 64% de contratações do FCO no ano passado, com destaque para empreendimentos de reflorestamento e recuperação de pastagens, renovação de lavoura de cana-de-açúcar, aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e outras atividades ligadas ao agronegócio.

O setor empresarial foi responsável por 36% das contratações, com destaque para projetos de implantação de Centros de Distribuição, ampliação de atividades industriais já existentes e instalação de novas indústrias.

Do Correio do Estado, editado por iFato

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